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	<title>Comentários em: As Quatro Estações em Aguim &#8211; 2</title>
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	<description>O novo ponto de encontro dos aguinenses.</description>
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		<title>Por: Tiago Mouta</title>
		<link>http://aguim.net/2009/11/as-quatro-estacoes-em-aguim-2/comment-page-1/#comment-492</link>
		<dc:creator>Tiago Mouta</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 01:12:06 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Manuel Bastos 
 
Ora a&#237; est&#225; uma boa ideia, uma tert&#250;lia de garrafa meia cheia! 
Seria sem d&#250;vida o mote para boas horas de conversa e confraterniza&#231;&#227;o saud&#225;vel... Venha da&#237; esse evento, contem comigo! </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Manuel Bastos </p>
<p>Ora a&iacute; est&aacute; uma boa ideia, uma tert&uacute;lia de garrafa meia cheia!<br />
Seria sem d&uacute;vida o mote para boas horas de conversa e confraterniza&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel&#8230; Venha da&iacute; esse evento, contem comigo!</p>
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		<title>Por: Manuel Bastos</title>
		<link>http://aguim.net/2009/11/as-quatro-estacoes-em-aguim-2/comment-page-1/#comment-483</link>
		<dc:creator>Manuel Bastos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 17:37:29 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Tiago, 
Apesar de tudo, n&#227;o sou muito pessimista, olho sempre com mais aten&#231;ao para a parte da garrafa que tem o l&#237;quido (sobretudo se for um bom vinho da bairrada) A humanidade tem-se desenrascado muito bem e tem encontrado sempre o caminho poss&#237;vel. &#192; escala planet&#225;ria somos um breve incidente, &#224; escala gal&#225;ctica, somos uma verdadeira insignific&#226;ncia. Mas acho que devemos viver de acordo com a nossa import&#226;ncia relativa, Um dia at&#233; o Sol se apagar&#225; e nada restar&#225; de n&#243;s, mas enquanto estamos por c&#225;, dever&#237;amos remeter para os momentos de exerc&#237;cio intelectual, as nossas diverg&#234;ncias e as nossa locubra&#231;&#245;es, e dar oportunidade ao exerc&#237;cio da frui&#231;&#227;o da vida, ela mesma.... que tal voltarmos &#224;quela conversa da confraterniza&#231;ao... de garrafa sempre meia cheia. Quem &#233; que organiza isso??? </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Tiago,<br />
Apesar de tudo, n&atilde;o sou muito pessimista, olho sempre com mais aten&ccedil;ao para a parte da garrafa que tem o l&iacute;quido (sobretudo se for um bom vinho da bairrada) A humanidade tem-se desenrascado muito bem e tem encontrado sempre o caminho poss&iacute;vel. &Agrave; escala planet&aacute;ria somos um breve incidente, &agrave; escala gal&aacute;ctica, somos uma verdadeira insignific&acirc;ncia. Mas acho que devemos viver de acordo com a nossa import&acirc;ncia relativa, Um dia at&eacute; o Sol se apagar&aacute; e nada restar&aacute; de n&oacute;s, mas enquanto estamos por c&aacute;, dever&iacute;amos remeter para os momentos de exerc&iacute;cio intelectual, as nossas diverg&ecirc;ncias e as nossa locubra&ccedil;&otilde;es, e dar oportunidade ao exerc&iacute;cio da frui&ccedil;&atilde;o da vida, ela mesma&#8230;. que tal voltarmos &agrave;quela conversa da confraterniza&ccedil;ao&#8230; de garrafa sempre meia cheia. Quem &eacute; que organiza isso???</p>
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		<title>Por: Tiago Mouta</title>
		<link>http://aguim.net/2009/11/as-quatro-estacoes-em-aguim-2/comment-page-1/#comment-481</link>
		<dc:creator>Tiago Mouta</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 16:12:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aguim.net/?p=738#comment-481</guid>
		<description>Caro Manuel Bastos 
 
Acaba de descrever nas entrelinhas um epis&#243;dio comum a todos os mortais, a perda da inoc&#234;ncia caracter&#237;stica da inf&#226;ncia, primeiro notado nos que nos rodeiam, para depois o percebermos em n&#243;s mesmos... 
A dicotomia entre o bem e o mal, &#233; t&#227;o antiga quanto a Humanidade e patente em toda a religi&#227;o, credo ou cren&#231;a, cabe nos a n&#243;s decidir, nas nossas ac&#231;&#245;es, qual dos dois prevalece e transparece! 
Temo pois, que pelas imagens com que somos presenteados diariamente, que a filosofia vigente nos dias de hoje, &#233;, na sua maioria mal&#233;fica, temendo tamb&#233;m, que isto seja apenas um longo Outono e que o pior (Inverno), ainda esteja para vir... 
Resta-nos a Esperan&#231;a, sentimento que ficou no fundo da caixa de Pandora depois de aberta... 
A Esperan&#231;a de dias melhores, de um equil&#237;brio global, onde cada um de n&#243;s valer&#225; pelo que traz na mente e no cora&#231;&#227;o, n&#227;o na carteira, no banco, no carro, ou em qualquer outro abjecto bem de consumo! 
At&#233; l&#225;, poderemos sempre escrever e idealizar o Mundo, sem parafern&#225;lias maquiav&#233;licas... </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Manuel Bastos </p>
<p>Acaba de descrever nas entrelinhas um epis&oacute;dio comum a todos os mortais, a perda da inoc&ecirc;ncia caracter&iacute;stica da inf&acirc;ncia, primeiro notado nos que nos rodeiam, para depois o percebermos em n&oacute;s mesmos&#8230;<br />
A dicotomia entre o bem e o mal, &eacute; t&atilde;o antiga quanto a Humanidade e patente em toda a religi&atilde;o, credo ou cren&ccedil;a, cabe nos a n&oacute;s decidir, nas nossas ac&ccedil;&otilde;es, qual dos dois prevalece e transparece!<br />
Temo pois, que pelas imagens com que somos presenteados diariamente, que a filosofia vigente nos dias de hoje, &eacute;, na sua maioria mal&eacute;fica, temendo tamb&eacute;m, que isto seja apenas um longo Outono e que o pior (Inverno), ainda esteja para vir&#8230;<br />
Resta-nos a Esperan&ccedil;a, sentimento que ficou no fundo da caixa de Pandora depois de aberta&#8230;<br />
A Esperan&ccedil;a de dias melhores, de um equil&iacute;brio global, onde cada um de n&oacute;s valer&aacute; pelo que traz na mente e no cora&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o na carteira, no banco, no carro, ou em qualquer outro abjecto bem de consumo!<br />
At&eacute; l&aacute;, poderemos sempre escrever e idealizar o Mundo, sem parafern&aacute;lias maquiav&eacute;licas&#8230;</p>
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